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Soneto à Insustentabilidade

quinta-feira, 22 de maio de 2008

(Foto: André L. Soares)
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SONETO À INSUSTENTABILIDADE
(André L. Soares)
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Fadada ao fogo e à fuligem, a flora,
pela mão do homem (essa besta-fera),
também padece, tal a fauna inteira,...
...e o que será feito de nós, agora?
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Secos os rios, em toda Terra afora,
como viver por outras tantas eras?...
Se restarão apenas lembrança e poeira
nos olhos turvos de quem já nem chora.
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Quando a floresta for só mera história
e a natureza rebelar-se em fúria,...
ar e água limpos serão vãs quimeras;
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puro veneno habitará as artérias,
sem ter milagre que resulte em cura
à esfera inerte, estéril,... sem aurora.
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3 comentário(s) to Soneto à Insustentabilidade:

Eloah Borda disse...

Olá André, seguido ando por aqui, mas não deixo comentário por causa da minha senha(risos)- é tão complicada (por segurança), que não consigo decorá-la, tenho que buscar onde a escrevi para postá-la...Teu blog está lindo, tem ótimos textos. Eu coloquei o link nos favoritos do meu blog - http://eloahborda.blogspot.com/ - quando tiveres tempo, dá uma passadinha por lá.
Grande abraço.

Eloah Borda disse...

Obrigada meu amigo. Sobre os registros, eu nem sei como fazer isso! Ainda sou meio "analfablog"...(risos). Um grande abraço para ti e para a Rita.
Beijos.

Anderson disse...

Parceiro peço por gentiliza para arrumar meu link/banner pois o clico e puff agora mudou para http://www.clicoepuff.com.br Obrigado!

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